Para você que gosta de um mix de idéais

Este é um espaço democrático e alternativo, onde o importante é expressar as idéias de uma forma simples, clara e direta, os assuntos são os mais diversos, não tem um critério, a não ser a própria informação.

Quero falar de lugares, pessoas, situações, pensamentos, vontades e sonhos. Sejam eles quais forem.

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Janara Rodrigues



















Bem vindos ao Blog Jornalismo Alternativo!

" No centro de um Planalto vazio, como se fosse em qualquer lugar........" Oswaldo Montenegro.



Brasília uma cidade mistica, política, capital de nosso País, que abriga pessoas vindas de todos os estados do Brasil, com vários sotaques e ao mesmo tempo sem nenhum, muitos dizem que ela não tem esquinas, mas todos reconhecem que o céu de nossa cidade, é um dos mais belos do país. Nasci nesta cidade, mas precisamente dentro de casa. Foi em um dia de multirão na cidade que meu pai ajudou a construir e como ele mesmo gostava de citar: " Correu a cidade inteira em busca de um tesoura....". Bem Vindos !

Janara Rodrigues



Um cantinho real em um universo virtual

Aqui o espaço é Alternativo, a realidade apresentada em um mundo virtual. Relatos de uma vida com personagens reais e fictícios.

Meu universo particular

Escrever, ler e reler, editar e publicar, isso é fácil aqui, entretanto, a vida não tem edição, nem releitura. Somos pulicados no mundo e o ponto final só vem quando Deus decide. Entrem e fiquem a vontade. Vamos compartilhar o grande espetáculo da vida.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

MEDO DE SE APAIXONAR

Li este este texto e assim como eu, tenho certeza que várias pessoas irão se identificar, por isso, aqui reproduzo este belíssimo texto do autor Fabrício Carpinejar.




Fabrício Carpinejar

Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas.




Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia.




Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado.




Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas.




Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa.




Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Reflexão dos meus dias....

As mudanças acontecem em minha vida como verdadeiros tsunamis, de forma bem radical e devastadora, mas eu tenho sobrevivido a todas elas para contar a história. Mudei de trabalho, de amor, quer dizer, fiquei solteira, conheci outras pessoas, mas ficar só ainda é a melhor opção, quase mudo de cidade, ou melhor de estado, porém, ainda permaneço em Brasília, até quando? Só o destino saberá.
Me formei em jornalismo, realizei um sonho e todos os dias tento vive-lo de forma plena. Deixei de lado o meu blog por pura falta de tempo e também vontade de escrever sobre situações que procurei apenas viver e não registrar. Viajei um bocado, Minas, Goiás foram os destinos, conheci pessoas e lugares lindos, muitas realidades bem diferente e bem próximas de um Brasil imenso de peculiaridades.
Cortei um pouco de minhas madeixas e por isso estou pensando em mudar a foto do perfil do blog, me arrependi de cortar, mas me conformo por que um dia irão crescer novamente. Estou pensando em fazer uma tatoo com as amigas, mas ainda faltou a tal coragem. Percebi que estou na fase da vida em que me vejo como o filme: " COMER, REZAR E AMAR", mas no item comer, mudei muitos meus hábitos alimentares, emagreci bastante nos últimos quatro meses , acredito que isso foi a melhor coisa. Parei de comer carne vermelha, frango. Já não bebo e nem fumo, e isso me ajuda a viver de forma mais saudável. Quero voltar a fazer alguma atividade fisica também.
É estou bem careta galera, mas muito feliz, quer dizer, muito bem, porque para a felicidade ser completa só falta um amor chegar. Enquanto isso não acontece, vamos vivendo,viver é a melhor coisa da vida, de forma plena e consciente.

Para um mulher de 31 anos, estou bem.......... Acho que ao menos dentro dos padrões.

Janara Rodrigues